Epidemias- Rafaella, Manuela, Maria Júlia, Matheus Antônio, Rafael Scofano, Guilherme e Isabella Cristina

Algumas das doenças presentes na África, como a malária, que tem na região 90% de todas as mortes causadas por si, podem ser prevenidas e são curáveis, mas continuam causando mortes devido ao limitado acesso aos cuidados sanitários. Já a Aids, que infecta 30 dos 800 milhões de habitantes africanos e um terço das pessoas portadoras de todo o mundo, poderia ser prevenida se o governo se voltasse mais para a educação e informação da população. A ONU alerta para a vulnerabilidade das mulheres africanas diante da doença. A maioria delas contrai o vírus em idade inferior à dos homens. A média de infecções com o HIV no continente é de 36 mulheres para cada dez homens. Em 2005, das mais de 17 milhões de portadoras no mundo, mais de três quartos viviam na África subsaariana. As epidemias além de afetarem o desenvolvimento econômico, afetam o demográfico da região também.

 MANUELA

Essas epidemias ocorrem, pelo simples fato do governo não usar a verba para investir na saúde.
O primeiro passo é o governo tomar ciência do problema que ocorre na África e ajudar as pessoas pobres que precisam de tratamento para suas doenças.
Outro ponto importante, é a educação. Que muitos não possuem acesso. Um exemplo importante de uma doença, que se todos tivessem conhecimento, o índice seria menor, é a aids. Que muitos possuem, por não saberem do que se trata e como se transmite.
O governo se preocupa muito com as invasões, e acaba esquecendo de investir na saúde e educação. Então, isso deveria ser mudado. A África precisa de cuidados !


Aids, tuberculose e malária, são três doenças que fazem da África um continente doente. Como a África é um continente pobre, poucas são as pessoas que conseguem um bom tratamento, pra essas e outras doenças. Para ter uma idéia de solução, porque por enquanto não tem como solucionar todos esses problemas agora, eu acho que poderia ter uma distribuição de preservativos, mascaras e vacinas para diminuir pelo menos um pouco, o índice de mortalidade por causa dessas doenças.

MARIA JÚLIA


O trabalho foi interessante para pesquisar sobre um assunto que talvez não teriamos curiosidade para pesquisar por vontade própria. Me levou a pensar que as vezes não damos tanto valor as coisas que temos aqui em nosso país, vivemos sempre reclamando por coisas pequenas, enquanto a população da África, mesmo sofrendo com tantas epidemias, estão ali sorrindo e aproveitando enquanto são capazes.
Nunca fazemos nada em relação aos problemas de outras países, continentes, e pessoas. Então, acho que agora é a hora de mudar. Mesmo não podendo ir até lá para fazer algo, podemos mudar nossas atitudes a partir de agora. Na hora que reclamamos, devemos pensar nas pessoas da África que mesmo com tudo que ocorre, estão de cabeça erguida, lutando para serem uma população melhor.

RAFAELLA MONTEIRO


Eu acho que o trabalho foi bem legal, para vermos o quanto a África é sofrida, onde possui várias epidemias. E que uma pequena doença, vira uma epidemia sem cura.

GUILHERME AFONSO


Na minha opinião, esse trabalho foi útil para aprender a valorizar nossa saúde em comparação com as pessoas da Àfrica que morrem com uma simples gripe. E isso nos leva a pensar que devemos cuidar da nossa saúde.

MATHEUS ANTÔNIO


Eu acho, que o trabalho foi super legal, pois conseguimos nos informar sobre as epidemias, aprendi que as epidemias tornaram a África um continente pobre.

ISABELLA CRISTINA


Acho que mesmo listando todas as epidemias que existem no continente Africano nada irá mudar, visto que o governo gasta o seu dinheiro para se proteger dos rebeldes, as plantations ocupam as terras férteis deixando as terras pobres para subsistência, não aguentando a demanda de pessoas, deixando muitos com fome e fracos, ficando vulneráveis a doenças simples como a gripe. Até porque mesmo que a gente sinta pena deles, não iremos fazer absolutamente nada, é exatamente igual quando vemos algum morador de rua pedindo dinheiro, sentiremos pena mas simplesmente passaremos longe deles, e logo voltaremos a nossa vida normal.
Enfim, o trabalho foi bom de certa forma, deu para pelo menos pensar sobre o assunto que ocorre na África.

RAFAEL SCOFANO BARBOSA


Após a picada infecciosa, o parasita multiplica-se localmente durante cerca de 3 dias, desenvolvendo-se por vezes uma induração ou inchaço edematoso, denominado de cancro tripanossómico, que desaparece após três semanas, em média. O inchaço não surge na grande maioria dos casos de infecção pelo T. gambiense e apenas em 50% dos casos de infecção com T. rodesiense.
Os sintomas iniciais e recorrentes são a febre, tremores, dores musculares e articulares, linfadenopatia (ganglios linfáticos aumentados), mal estar, perda de peso, anemia e trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue). Na infecção por T. rodesiense pode haver danos cardíacos com insuficiência desse orgão. Há frequentemente hiperactividade na fase aguda.
A doença do sono ameaça mais de 60 milhões de pessoas em 36 países da África subsaariana. Menos de quatro milhões destas pessoas têm acesso a um centro de saúde.

Hanseníase, elefantíase e doença do sono são algumas das doenças neglicenciadas


O histórico médico inclui a obtenção de sintomas da tuberculose pulmonar:

Sintomas sistêmicos incluem:

A tuberculose alcançou dimensões alarmantes na África, segundo um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Como em outras partes do mundo, a tuberculose se espalhou com mais velocidade na África devido à infecção combinada com o vírus da Aids, o HIV.
O número de casos de tuberculose tem aumentado cerca de 4% ao ano na África. Porém, no restante do mundo o ritmo de progressão da doença vem sendo reduzido. O Brasil ainda figura na lista dos países mais afetados pela tuberculose e está entre as 22 nações com maior número de casos, com 92.472 registros.